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Inteligência Emocional para a sua vida, seu trabalho e suas relações

Atualizado: Mai 19

Mini-report da Escola Conquer | Texto da Giulia Silvestre


Eu sou super crítica em relação a cursos online. Várias vezes, me decepcionei com a energia dedicada em algo super raso.


Nesse final de semana, maratonei o curso de Inteligência Emocional da Conquer. Eles disponibilizaram de forma gratuita o curso até hoje e me surpreendo ao afirmar que foi uma das melhores “aquisições” da quarentena. Para quem não conseguiu fazer o curso, tomei a liberdade de criar um mini-report do que achei mais relevante.


Vamos lá?


Já de cara, entendemos a importância do tema:

Uma pesquisa apontou que 59% dos gerentes não contratariam uma pessoa com alto QI e baixo QE (quoeficiente emocional), além de outros 75% serem mais propensos a promover um funcionário com alta inteligência emocional.

Mas, afinal, o que define a Inteligência Emocional?

Aprendemos no curso os quatro pilares e suas competências:


E aí, gente, começa a parte boa:

Eu amo fazer testes e a indicação de uma série de testes ao longo do curso funcionaram para “quebrar” o processo tradicional de aprendizagem, mas também para que eu pudesse aplicar em mim as ferramentas que estávamos aprendendo e conseguisse, ao longo do curso, desenvolver a minha inteligência emocional. Então, testamos qual o nosso pilar mais forte e mais fraco. E já começamos a pensar em como podemos desenvolver isso ao longo do curso.

Diante disso, começamos uma jornada de entendimento de onde estamos. Estamos, como a Conquer se refere, no mundo MUVUCA. Você já deve ter ouvido falar do mundo VUCA, que diz respeito ao momento atual ser volátil, incerto, complexo e ambíguo. Mas acrescenta-se aqui a necessidade de um senso de propósito e que seja universal, que tenha um impacto global. Justamente diante de uma pandemia, faz total sentido.

Outra coisa que faz total sentido agora é o FOMO, fear of missing out. E isso é potencializado pelo excesso de informações, de dicas do que fazer durante a quarentena, sobre ser produtivo o tempo.

O Eric Schmidt, ex-CEO do Google, disse que

"a cada dois dias geramos um volume de dados equivalente ao que criamos do início da civilização até 2003."

Imagina só. E a Conquer deu um nome que eu, particularmente, me identifiquei demais: INFOXICAÇÃO. Estamos intoxicados pelo excesso de informação e de dados. Não estou falando aqui que não são importantes. Mas em tempos de fake news, precisamos nos assegurar de consumi-los das fontes corretas e no nosso limite, sem gerar ansiedade.

A partir desse conceito, aprendemos sobre o antifrágil e como podemos lidar com os principais fatores de estresse que surgem no dia a dia.

A dica aqui é usar a técnica PROR: Pare, Reflita, Observe e Responda. Avalie o grau de importância e de adversidade daquilo. Afinal, não vale a pena sofrer e se estressar por aquilo que não está ao nosso alcance. Precisamos direcionar nossos esforços naquilo que temos controle.

Outro aprendizado que é essencial, especialmente agora, é a empatia. E aqui é preciso atentar: nós somos especialistas em rotular pessoas e situações. E devemos dar um passo atrás para observar as situações sem interpretar. Sair da bolha. Da nossa bolha. Basear-se em fatos, não em pré-conceitos. Tentar tirar o juízo real da situação, e não atribuir o nosso juízo de valor. Afinal, gente, não sabemos porque aquela pessoa no mercado está com carrinho cheio, não temos como saber se ela está estocando comida ou se está fazendo uma grande doação. Se está na rua a trabalho ou por lazer. Se não está usando máscara porque não tem dinheiro para comprar ou conhecimento e equipamentos para fazer. Não sabemos o acesso à informação das outras pessoas. Nem todo mundo sabe o último dado atualizado de número de casos, de mortos. É difícil sair do nosso lugar e tentar se colocar no lugar do outro, especialmente agora, com tantos extremos e polarizações. Mas é essencial.

E aqui estão algumas dicas para quando queremos oferecer empatia:


#1 OBSERVAR: escuta ativa, atenta. Aqui você é, literalmente, só olhos e ouvidos. Não é hora de dar conselhos, xingar, pedir para a pessoa parar de falar. apenas observe.


#2 ENTENDER O SENTIMENTO: a partir da sua observação, tente entender os sentimentos

envolvidos na situação.


#3 ENTENDER A NECESSIDADE: e agora, quais são as necessidades dessa pessoa.


#4 PEDIDO: e, por fim, se você puder ajudar, ofereça ajuda, incentive, negocie. Mas, antes de qualquer coisa, pergunte se aquela pessoa quer um conselho, quer a sua ajuda. Afinal, empatia não tem nada a ver com dar conselhos.

Visto isso, partimos para a ciência da felicidade. Por quê? Porque pessoas felizes são mais produtivas e levam a vida de forma mais saudável.

A Conquer passou algumas dicas super aplicáveis no nosso dia a dia que podem aumentar nosso nível de felicidade:


#1 Consciência corporal: fazer exercícios, alongamentos. Vale uma aula de yoga rápida na sala, uma série de polichinelos. Como você se sentir melhor.


#2 Ativação reticular: gratidão (anote três coisas que você é grato diariamente) e o óbvio esquecido (coisas simples, mas que na rotina abandonamos - tipo dar bom dia, tomar água, agradecer).


#3 Pausas: meditação (para acalmar) e mindfulness (para ter foco).


#4 Consciência Social: atos de serviço (de bondade, de altruísmo, de doação, expandir a sua felicidade) e reconhecimento (reconhecer a importância de alguém na nossa vida - você pode mandar mensagem para uma pessoa por semana, por exemplo, reconhecendo o quanto ela é importante na sua vida).

Essas técnicas são super simples e ótimas para serem testadas AGORA mesmo. Levanta da cadeira, faz alguns polichinelos, toma uma água, respira fundo, manda uma mensagem boa pra alguém. Não consomem nosso tempo, mas dão um retorno gigante.

Afinal, é muito sobre estarmos conscientes das nossas emoções, buscarmos pela felicidade, nutrirmos bons relacionamentos e desenvolvermos empatia. Não deveria ser um bicho de sete cabeças e nem estar tão distante da nossa realidade.


Encerro aqui, já que chegou a hora de me alongar e começar o dia :)

Beijos e, se puder, fiquem em casa!

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